quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Explicando...

A mensagem abaixo foi repassada a mim por meio de e-mail. Achei muito bonita e interessante. Por isso estou postando-a no blog. Espero que gostem. Eu particularmente gosto muito dos artigos da Martha Medeiros. Pude me ver em vários trechos... rs.

Mensagem

"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, trabalho todos os dias, ganho minha grana,  vou ao supermercado duas vezes por semana, telefono para minha mãe toda hora, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, caminho uma hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo.
Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, otimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante."



(Martha Medeiros)



domingo, 21 de novembro de 2010

Paixão de Conhecer o Mundo

Para permanecer vivo, educando a paixão, desejos de vida e morte, é preciso educar o medo e a coragem.
Medo e coragem em ousar.
Medo e coragem em assumir a solidão de ser diferente.
Medo e coragem em assumir a educação desse drama, cujos personagens são nossos desejos de vida e morte.
Educar a paixão (de morte e vida) é lidar com esses dois ingredientes cotidianamente, por meio da nossa capacidade, força vital (que todo ser humano possui, uns mais, outros menos, em outros anestesiada) e desejar, sonhar, imaginar e criar.
Somos sujeitos porque desejamos, sonhamos, imaginamos e criamos: na busca permanente da alegria, da esperança, do fortalecimento da liberdade, de uma sociedade mais justa, da felicidade a que todos temos direito.
Este é o drama de permanecer VIVO... fazendo educação!

(Madalena Freire)

O Vídeo abaixo...

... foi uma homenagem que a Tutora do Curso de Tecnologias Assistivas (TA), que eu acabo de concluir, fez à nossa turma no encerramento do mesmo. Decidi postá-lo para compartilhar com vocês a beleza da mensagem. Espero que gostem.

Vídeo - Curso Tecnologias Assistivas (TA) - Turma 25 - RJ

sábado, 20 de novembro de 2010

Fica a Dica!

Consciência Negra o Ano Todo:

A Revista Nova Escola traz uma reportagem de como tratar essas questões e como inserir o estudo da história e da cultura afrobrasileira diariamente no planejamento escolar.


Segue o link:


Consciência Negra o Ano Todo

Kizomba, Festa da Raça - G. R. E. S. Vila Isabel - RJ - Carnaval 1988

Samba Enredo 1988 - Kizomba, Festa da Raça

G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel (RJ)


Composição: Jonas / Rodolpho / Luiz Carlos da Vila

Valeu Zumbi!
O grito forte dos Palmares
Que correu terras, céus e mares
Influenciando a abolição

Zumbi valeu!
Hoje a Vila é Kizomba
É batuque, canto e dança
Jongo e maracatu

Vem menininha pra dançar o caxambu (bis)

Ôô, ôô, Nega Mina
Anastácia não se deixou escravizar
Ôô, ôô Clementina
O pagode é o partido popular

sacerdote ergue a taça
Convocando toda a massa
Neste evento que congraça
Gente de todas as raças
Numa mesma emoção

Esta Kizomba é nossa Constituição (bis)

Que magia
Reza, ajeum e orixás
Tem a força da cultura
Tem a arte e a bravura
E um bom jogo de cintura
Faz valer seus ideais
E a beleza pura dos
seus rituais

Vem a Lua de Luanda
Para iluminar a rua (bis)
Nossa cede é nossa sede
e que o "apartheid" se destrua

Valeu!

Dia da Consciência Negra - 20 de novembro

O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Com isso, professores devem inserir em seus programas aulas sobre os seguintes temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.


Quem foi Zumbi dos Palmares

Zumbi foi o grande líder do quilombo Palmares, considerado herói da resistência anti-escravagista. Estudos indicam que nasceu em 1655 no quilombo, sendo descendente de guerreiros angolanos.

Com poucos dias de vida, foi aprisionado pela expedição de Brás da Rocha Cardoso, sendo entregue depois a um padre, conhecido como Antônio Melo que o batizou com o nome de Francisco.

Aos 15 anos, ele foge da casa do padre e retorna a Palmares, onde muda o nome para Zumbi. Ficaria conhecido em 1673, quando a expedição de Jácome Bezerra foi desbaratada. Um ano antes de sua morte, caiu em um desfiladeiro após ser baleado num combate contra as tropas de Domingo Jorge Velho, que seria mais tarde acusado de matá-lo. Dado como morto, Zumbi reaparece em 1695, ano de sua morte.

Aos 40 anos, ele morre após lutar contra milícias organizadas por donos de terras durante dezessete anos. Durante mais uma incursão comandada por Domingos, Zumbi foi abatido no seu esconderijo descoberto depois da traição de um seus principais comandantes, Antônio Soares, que revelou onde o líder se encontrava.



Obs.: Pesquisa feita na web.



















sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pesquisa - Dia da Bandeira - 19 de novembro

A Bandeira Brasileira


A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, quatro (4) dias depois da Proclamação da República.

No Brasil a comemoração ocorre todos os anos no dia 19 de novembro, pois essa foi a data de instituição da bandeira nacional republicana, no ano de 1889. Nessa data ocorrem comemorações cívicas, normalmente acompanhadas do canto do Hino à Bandeira. A bandeira foi adotada pelo decreto nº 4 no dia 19 de novembro de 1889. Este decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do governo provisório.


Ao meio-dia (12h) do Dia da Bandeira as bandeiras inservíveis (rasgadas, descoloridas, etc.) devem ser incineradas em Cerimonial Peculiar.


A bandeira do Brasil é formada por um retângulo verde, onde está inserido um losango amarelo, cujo centro possui um circulo azul com estrelas brancas (atualmente 27) e com uma faixa branca, que contém a frase: “Ordem e Progresso”. Cada elemento da bandeira possui um significado:


Verde: simboliza a pujança das matas brasileiras;


Amarelo: representa as riquezas minerais do solo;


Azul: o céu;


Branco: a paz;


Estrelas brancas: representa cada Estado brasileiro e o Distrito Federal;


A frase “Ordem e Progresso”: influência de Augusto Comte, filósofo francês fundador do positivismo.



Curiosidades sobre a Bandeira Brasileira:


- A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira, com 27 estrelas, entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia;


- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer;


- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova. A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro;


- Caso a bandeira fique hasteada no período noturno, ela deve ser iluminada.



Hino à Bandeira Nacional


O Hino à Bandeira do Brasil tem letra de: Olavo Bilac (1865-1918), música de Francisco Braga (1868-1945) e foi apresentado pela primeira vez a 15 de Agosto de 1906, (fonte: livro "Bandeira e Hinos", de Gustavo Adolpho Bailly - 1942).


 Letra: Olavo Bilac


Música: Francisco Braga



Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.


Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.


Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!


Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Vídeo

Imagens:



Educar nos Três Tempos

"Eu educo hoje,
com os valores que recebi ontem,
para pessoas que são o amanhã.

Os valores de ontem, os conheço.
Os de hoje, percebo alguns.
Os de amanhã, não sei.


Se só uso os de ontem, não educo: complico.
Se só uso os de hoje, não educo: condiciono.
Se só uso os de amanhã, não educo: faço experiências.
Se uso os três, sofro, mas educo.


Por isso, educar é perder sempre, sem perder-se.
Educa quem for capaz de fundir o ontem, o hoje e
o amanhã, transformando-os num presente, onde
o amor e o livre arbítrio sejam as bases."


(Artur da Távola)




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Interessante...

Gostaria de compartilhar com vocês um vídeo que conheci em um curso que fiz - Tecnologias Educacionais (TA).

Esse vídeo fala sobre NETiqueta, ou seja, etiqueta para uso na web, ou ainda, algumas regrinhas de boa convivência nesse espaço virtual.

Acho interessante repassá-las e compartilhar com vocês.

O vídeo está abaixo.

Aqui segue o link:

 NETiqueta

NETiqueta

(Re) Começar...

Como havia dito anteriormente, esse blog foi criado para compartilhar uma atividade minha no curso que eu estava fazendo: FCTEWeb.

Agora, que o curso acabou, "tomei gostinho pela coisa"! Pretendo continuar blogando sobre temas relacionados à Educação, trocando experiências, aprendendo e tentando ser útil.

Vamos começar?

domingo, 7 de novembro de 2010

Fica a Dica!

Muito interessante o especial "Era Uma Vez" da Revista Nova Escola, com links para vários tipos de gêneros literários e autores diversos. Fica a dica!