segunda-feira, 30 de julho de 2012

Olimpíadas 2012

Olimpíadas de Londres 2012 

Estão sendo realizados na cidade de Londres (Inglaterra), os XXX Jogos Olímpicos. A abertura ocorreu no dia 27 de julho. A cerimônia de encerramento ocorrerá no dia 12 de agosto. O lema dos jogos é "Live is one" ("Viva como se fosse o único").
O estádio Olímpico de Londres foi construído no Parque Olímpico. Sua capacidade é de 80.000 espectadores. Com toda estrutura em aço, o estádio recebeu a cerimônia de abertura em 27 de julho. A cerimônia de encerramento (12 de agosto) assim como todas as provas de atletismo ocorrerão neste estádio.

As cerimônias de abertura e encerramento serão vistas pela televisão por, aproximadamente, 4 bilhões de pessoas no mundo todo.

Mascotes das Olimpíadas de Londres 2012

 Wenlock e Mandeville

Os mascotes das Olimpíadas de Londres se chamam Wenlock e Mandeville. São duas gotas de aço feitas em animação de cartoon.

Tocha Olímpica 

A Tocha Olímpica foi anunciada em 26 de maio de 2010. Ela passou pelas mãos de, aproximadamente, 8.000 pessoas, durante 70 dias antes do evento. A tocha saiu da Grécia em 18 de maio e chegou em Londres no dia 21 de julho de 2012.  Antes da cerimônia de abertura, a tocha olímpica foi conduzida por sete dias dentro da cidade de Londres.

Medalhas Olímpicas

As medalhas foram confeccionadas pela empresa Royal Mint (situada no sul de Gales). Foram produzidas 4.700 medalhas que teve como designer um artista britânico.

Os ingressos
ingressos olimpiadas Ingressos das Olimpíadas 2012

Os ingressos tem cores diferentes, de acordo com o local onde a modalidade esportiva será disputada. Cada ingresso apresenta também um desenho que simboliza um esporte. Para que não haja falsificações, os ingressos apresentam recursos como, por exemplo, código de barras, holograma e nome do comprador impresso. 

Ao todo serão disputadas 29 modalidades de 26 esportes: 


Sedes onde ocorrerão as competições:
- Parque Olímpico (Zona Olímpica)
- Zona do Rio (Zona Fluvial)
- Zona Central 

Participação do Brasil

O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) definiu que a delegação brasileira, que participará das Olimpíadas de Londres, será composta por 259 atletas. Serão 136 homens e 123 mulheres que disputarão 32 modalidades olímpicas.

Voce sabia?

- Durante toda história dos Jogos Olímpicos Modernos várias modalidades esportivas foram excluídas do quadro de esportes olímpicos. Alguns exemplos: cabo de guerra,  croquet, críquete, raquets, esqui aquático, golfe, hóquei sobre patins, patinação artística, pelota basca, motonáutica, pólo equestre, roque e rugbi.
- Para participar dos Jogos Olímpicos, um atleta tem que ser aprovado pelo Comitê Olímpico de seu país e também pelo COI (Comitê Olímpico Internacional). Deve também participar de competições oficiais classificatórias (torneios pré-olímpicos). Nestes torneios, o atleta deve obter índices e/ou classificação determinados pelos comitês, de acordo com sua modalidade esportiva, , que lhe garantam a participação. 
- A expectativa é de que participem, nas Olimpíadas 2012, cerca de 10.500 atletas de 192 países e 13 territórios.

Olimpíadas - Pesquisa


História das Olimpíadas


Os Jogos Olímpicos são um evento esportivo que ocorre a cada quatro anos. Atletas de todo o mundo representam os seus países nos Jogos Olímpicos. Em cada prova são distruibuídas medalhas de ouro, prata e bronze para os três primeiros colocados (nos esportes coletivos são contabilizadas apenas uma medalha por equipe no quadro de medalhas). Geralmente chama-se os Jogos Olímpicos de Olimpíadas, mas originalmente a Olimpíada era o tempo decorrido entre duas edições dos Jogos Olímpicos.


História dos Jogos Olímpicos da Antigüidade

Os primeiros Jogos Olímpicos eram realizados de quatro em quatro anos há mais de 2.700 anos na Grécia Antiga. A competição era uma celebração de tributo aos deuses. O imperador Teodósio I terminou com os Jogos entre os anos de 393 e 394. Todas as referências pagãs da antigüidade deveriam ser interrompidas.


Quem foi o Barão de Coubertin?

Pierre de Frédy foi pedagogo e historiador francês, tendo ficado para a história como o fundador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Pierre de Frédy ficou mais conhecido pelo seu título de Barão Pierre de Coubertin.

O Barão de Coubertin, tinha o sonho de reviver os Jogos Olímpicos. Em 1984 o Barão de Coubertin organizou um congresso internacional em 23 de Junho de 1894 na Sorbonne em Paris para criar o Comitê Olímpico Internacional (COI). Dois anos depois foram realizados os Jogos Olímpicos em Atenas na Grécia, a pátria dos Jogos Olímpicos da Antigüidade.

Até a sua morte em 1937 em Genebra na Suíça o Barão de Coubertin era o presidente honorário do COI. Coubertin foi enterrado na sede do COI em Lausanne, mas o seu coração foi sepultado separadamente, num monumento perto das ruínas da antiga Olímpia.


Em quais cidades foram realizadas os Jogos Olímpicos de Verão?

Na Era Moderna foram realizados jogos 15 vezes na Europa, 5 vezes na América do Norte ou Central, 2 vezes na Ásia e 2 na Oceania. Veja abaixo a lista de todas as cidades que sediaram os Jogos Olímpicos:

Jogos Olímpicos de Verão:

1896 - I Olimpíada - Atenas, Grécia
1900 - II Olimpíada - Paris, França
1904 - III Olimpíada - Saint Louis, Estados Unidos
1906 - Edição comemorativa - Atenas, Grécia
1908 - IV Olimpíada - Londres, Reino Unido
1912 - V Olimpíada - Estocolmo, Suécia
1916 - VI Olimpíada - Não realizada
1920 - VII Olimpíada - Antuérpia, Bélgica
1924 - VIII Olimpíada - Paris, França
1928 - IX Olimpíada - Amsterdã, Holanda
1932 - X Olimpíada - Los Angeles, Estados Unidos
1936 - XI Olimpíada - Berlim, Alemanha
1940 - XII Olimpíada - Não realizada
1944 - XIII Olimpíada - Não realizada
1948 - XIV Olimpíada - Londres, Reino Unido
1952 - XV Olimpíada - Helsínque, Finlândia
1956 - XVI Olimpíada - Melbourne, Austrália
1960 - XVII Olimpíada - Roma, Itália
1964 - XVIII Olimpíada - Tóquio, Japão
1968 - XIX Olimpíada - Cidade do México, México
1972 - XX Olimpíada - Munique, Alemanha Ocidental
1976 - XXI Olimpíada - Montreal, Canadá
1980 - XXII Olimpíada - Moscou, União Soviética
1984 - XXIII Olimpíada - Los Angeles, Estados Unidos
1988 - XXIV Olimpíada - Seul, Coreia do Sul
1992 - XXV Olimpíada - Barcelona, Espanha
1996 - XXVI Olimpíada - Atlanta, Estados Unidos
2000 - XXVII Olimpíada - Sydney, Austrália
2004 - XXVIII Olimpíada - Atenas, Grécia
2008 - XXIX Olimpíada - Pequim, China
2012 - XXX Olimpíada - Londres, Reino Unido




O que significa a bandeira dos Jogos Olímpicos?

O Barão de Coubertin idealizou a bandeira olímpica em 1913 e a apresentou no congresso olímpico de 1914 em Alexandria (Grécia). A bandeira olímpica estreou nos Jogos Olímpicos da Antuérpia em 1920. A mesma bandeira foi usada até 1984 nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Nas olimpíadas de Seul foi confeccionada uma nova bandeira. A bandeira deve ficar guardada no corredor da cidade anfitriã até os próximos Jogos Olímpicos.

A bandeira branca com os cinco anéis entrelaçados representam os continentes (azul, Europa; amarelo, Ásia; preto, África; verde, Oceania; e vermelho, America) e as cinco cores que podem compor todas as bandeiras do mundo.

O lema olímpico "Citius, Altius, Fortius" ("Mais rápido, mais alto, mais forte" em latim) foi criado pelo monge francês Didon, amigo do Barão de Coubertin, em 1890.

O que são os Jogos Olímpicos de Inverno?

São os Jogos Olímpicos que reúnem as provas esportivas executadas no gelo ou na neve. A primeira edição foi realiza em 1924 em Chamonix, França. Os jogos de 1940 de Sapporo no Japão e 1944 de Cortina d'Ampezzo na Itália foram cancelados devido à Segunda Guerra Mundial. Até 1992 os Jogos Olímpicos de Inverno eram realizados no mesmo ano que os Jogos de Verão. Em 1994, a tradição de realizar os jogos de quatro em quatro anos foi quebrada para que, a partir de então, os Jogos de Inverno fossem realizados em anos diferentes dos Jogos de Verão.

Os Jogos de Inverno foram realizados em dez países: Estados Unidos, França, Noruega, Áustria, Japão, Itália, Suíça, Alemanha, Iugoslávia e Canadá. Confira abaixo a lista de todos os Jogos Olímpicos de Inverno:

Jogos Olímpicos de Inverno:

1924 - Chamonix, França
1928 - Saint Moritz, Suíça
1932 - Lake Placid, Estados Unidos
1936 - Garmisch-Partenkirchen Alemanha
1940 - Não realizados devido à II Guerra Mundial
1944 - Não realizados devido à II Guerra Mundial
1948 - Saint Moritz, Suíça
1952 - Oslo, Noruega
1956 - Cortina d'Ampezzo, Itália
1960 - Squaw Valley, Estados Unidos
1964 - Innsbruck, Áustria
1968 - Grenoble, França
1972 - Sapporo, Japão
1976 - Innsbruck, Áustria
1980 - Lake Placid, Estados Unidos
1984 - Sarajevo, Iugoslávia
1988 - Calgary, Canadá
1992 - Albertville, França
1994 - Lillehammer, Noruega
1998 - Nagano, Japão
2002 - Salt Lake City, Estados Unidos
2006 - Turim, Itália
2010 - Vancouver, Canadá

Quais são as modalidades olímpicas?

Para ser considerado olímpico o esporte tem de ser praticado por homens em menos 50 países e em três continentes, e por mulheres em pelo menos 35 países e em três continentes. Nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 são consideradas 29 modalidades olímpicas: Atletismo, Badminton, Beisebol, Basquetebol, Boxe, Canoagem, Ciclismo, Equitação, Esgrima, Futebol, Ginástica, Halterofilismo, Handebol, Hóquei em campo, Judô, Lutas Amadoras, Natação, Pentatlo Moderno, Pólo aquático, Remo, Softbol, Tiro, Tiro com Arco, Taekwondo, Tênis, Tênis de Mesa, Triatlo, Vela e Vôlei. Existem subdivisões dos esportes olímpicos e competicões separadas para homens e mulheres e competições mistas.

Fonte: http://www.quadrodemedalhas.com/olimpiadas/historia-dos-jogos-olimpicos.htm


Olimpíadas - Atividades

As atividades a seguir publicadas foram encontradas através de pesquisas pela net para utilizar com meus alunos..
Algumas são do Smart Kids e outras são de um blog que descobri, o http://alfabetizandocommonicaeturma.blogspot.com.br/ .

Espero que gostem:























sábado, 28 de julho de 2012

Mensagem


“O menininho” 

Helen Buckley

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.
Quando o menininho descobriu que podia ir à sala caminhando pela porta da rua, ficou feliz. A escola não parecia tão grande quanto antes.
Uma manhã a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer um desenho.
“Que bom!” - pensou o menininho. Ele gostava muito de fazer desenhos. E podia fazê-los de todos os tipos: leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos... E, logo pegou sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar. Mas, a professora exclamou:
- Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, nós iremos desenhar flores. 
- Que bom! – pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores e começou a desenhá-las com seus lápis rosa, laranja e azul. Mas, a professora logo interrompeu seu desenho:
- Esperem, vou mostrar como fazer.
E a flor da professora era vermelha com o caule verde.
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar. 
O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isto... Então, virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.  Era vermelha com o caule verde.
No outro dia, quando o menininho estava ao ar livre, a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.
“Que bom!” pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com o barro. Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e amassar sua bola de barro. Logo, a professora falou bem alto:
- Esperem, não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora nós iremos fazer um prato.
“Que bom!”, pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
- Esperem, vou mostrar como se faz. Assim... Agora  vocês podem começar. 
E o prato era fundo. Um lindo e perfeito prato fundo.  O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostava mais do seu, mas ele não podia dizer isso... amassou seu barro numa grande bola novamente e fez  um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais as coisas por si próprio. 
Então, aconteceu que o menininho teve que mudar de escola...  
Esta escola era ainda maior que a primeira. 
Ele tinha que subir grandes escadas até a sua sala...
Um dia a professora disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho. 
“Que bom!”, pensou o menininho. E esperou que a professora dissesse o que fazer. Ela não disse. Apenas andava pela sala.
Quando veio até o menininho falou: 
- Você não quer desenhar?
- Sim. O que é que nós vamos fazer?
- Eu não sei, até que você o faça.
-Como eu posso fazer?
- Da maneira que você gostar.
- E de que cor?
- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber qual o desenho de cada um?
- Eu não sei!
E começou a desenhar uma flor vermelha com um caule verde...


Mensagem



A Lição da Borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.


Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.


Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.


Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente.


Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.


O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.


Nada aconteceu!


Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.


Ela nunca foi capaz de voar!


O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.


Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.


Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados.


Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.


Nós nunca poderíamos voar.


Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.

Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver

Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.

Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar.

Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.

Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.

"Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava".


(Autor Desconhecido)




Mensagem


O Velho Carpinteiro
Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família.

Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma ultima casa como um favor especial.

O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. "Esta é a sua casa", ele disse, "meu presente a você."

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco.

Nós construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes nós não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos.

Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente. Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá.

Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. A placa na parede está escrito:

"A vida é um projeto de faça você mesmo."

Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje. 
(Autor Desconhecido)


Mensagem

NA NOITE PASSADA PENSEI EM VOCÊ

Tanto pensei, que logo senti vontade de dar-lhe um presente, não só um, mas vários.

Achei, porém que tinha quer ser alguma coisa que você gostasse ou que pudesse usar em todos os lugares.

Assim foi no dia seguinte, levantei-me mais cedo e fui a cidade para encontrar tudo que imaginei.

Comprei SOL, CHUVA, VENTO ,RISO, e apenas 50 gramas de LÁGRIMAS, pois não tinha mais!

O balconista disse-me que estava tendo muita saída, pois os clientes compravam muito.

Comprei um pacote de RAZÃO para você misturar com SORRISO, comprei SINCERIDADE para você usar sempre.

Lá na loja havia um vidro enorme de COMPREENSÃO, como o balconista disse que não estava tendo muito saída, eu resolvi comprar vários vidros.

Comprei também vidros de ROMANTISMO e GENTILEZA, para você usar com pessoas queridas.

Sabe amigo, lá na loja havia um grande vidro de ORGULHO, mas não comprei pois sei que você não usa.

Comprei pequenos pacotes de AMOR e PAZ, juntamente com ESPERANÇA, para você usar quando tudo parecer estar perdido.

Amigo, lá na loja havia algo muito triste: vi muitas pessoas comprando SOLIDÃO, compraram tanto que chegou a faltar no estoque, tal era a saída desse produto.

Comprei ainda outros pequenos pacotes contendo AMIZADE e COMPANHEIRISMO.

Finalmente, comprei um CORAÇÃO, para que você possa guardar todos os seus presentes!

E... Depois de tudo isso que você ganhou... Que você tenha um ótimo dia, semana, mês, ano e uma ÓTIMA VIDA!

(Autor Desconhecido)



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Mensagem



EM BUSCA DA FELICIDADE

Passamos a vida em busca da felicidade. 
Procurando o tesouro escondido. 
Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica. 

E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes. 

Outros fogem para casa em busca da felicidade. 
Uns se casam pensando em ser feliz. 
Outros se divorciam para ser feliz.
Uns desejam viver sozinhos para ser felizes. 

Outros desejam possuir uma grande família a fim de ser feliz.
Uns fazem viagens caríssimas buscando ser feliz. 

Analisam roteiros, escolhem os melhores hotéis, os pontos turísticos mais invejados para visitar. Outros trabalham além do normal buscando a felicidade. 
Fazem horas extras, inventam treinamentos e mais treinamentos para encher sempre mais os seus dias com compromissos profissionais.
Uns desejam ser profissionais liberais para comandar a sua própria vida e poder ser feliz. 

Outros desejam ser empregados para ter a certeza do salário no final do mês e, assim, poder ser feliz.
Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão, assegurando que o seu esforço se transforme em melhor remuneração e assim ser feliz.
É uma busca infinita. 

Anos desperdiçados. 
Nunca a lua está ao alcance da mão. 
Nunca o fruto está maduro. 
Nunca o carinho recebido é suficiente.
Sombras, lágrimas. 

Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver! 

A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.
E jamais está à venda. 

Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção. 

A felicidade não se encontra nas coisas exteriores.
A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos. 

Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas. 

Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar seremos felizes.


Tenhamos certeza: a única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida.
Repartir nossas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos. 



(Autor desconhecido)


Mensagem


Quero ser um televisor

A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles.

À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada.

O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:

'O que aconteceu?' Ela respondeu: 'Leia'. Era a redação de um menino.

'Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.
Quero ocupar o seu lugar.
Viver como vive a TV de minha casa. 
Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... 
Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.
E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me. 
E ainda que meus irmãos 'briguem' para estar comigo.
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.
E, por fim, que eu possa divertir a todos.

Senhor, não te peço muito...

Só quero viver o que vive qualquer televisor!'

Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:

'Meu Deus, coitado desse menino.

Nossa, que coisa esses pais'.


E ela olha: 

'Essa redação é do nosso filho'.



Planejamento

Recebi esse texto em uma capacitação para Professores. Não conheço o autor e nem a procedência. Mas achei interessante.

Em minhas buscas na net descobri-o e agora repasso a vocês.


PLANEJAMENTO NA SALA DE AULA

O livro “Planejamento na sala de aula”, aborda as situações ocorridas em sala de aula devido ao mau planejamento das atividades ou a ausência de um planejamento, evidenciando sua importância, fazendo um detalhamento do mesmo e apontando caminhos para a práxis pedagógica. 


Gandin e Cruz afirmam que o planejamento deve ajudar a decidir “o que se vai fazer” e “para que fazê-lo”, só através dessas consciências o planejamento terá efeito e haverá transformação e conhecimento. 


"O planejamento de sala de aula, deve resgatar o sentido social do trabalho escolar, deve ser instrumento metodológico da realidade, de idéias que superam o mero domínio cognitivo de informações”. O que reflete-se na idéia de que a educação não é apenas transmissão de conteúdos. É sim, ensinar a construir a história, não impô-la e exige organização e respeito. É o Projeto Político Pedagógico que efetiva o processo educativo. É ele que indica o Dever-Ser e que propõem um futuro humano aos esforços da educação, e que: “constitui, filosoficamente, o ponto de partida e o horizonte oferecendo instrumentos para viver isso na prática e no dia-a-dia das salas de aula”. O marco operativo deve ter a inteligência da ação, a razão de ser e os princípios metodológicos do grupo para expressar as vontades desse grupo. O diagnóstico são as considerações a respeito da realidade, segundo critérios e possibilidades preestabelecidos. 


Para Gandin e Cruz o planejamento possui pelo menos 9 finalidades, tais como: organizar; definir etapas; melhorar a qualidade da ação; expandir a quantidade; oferecer alternativas; distribuir recursos; introduzir novas estruturas; facilitar a manutenção das estruturas; propor uma nova realidade social contribuindo para sua construção. A partir dessas finalidades se terá clareza quanto ao diagnostico que mais convém ao professor. 


Para a elaboração do diagnóstico os autores dizem que primeiro “o professor precisa dar-se conta de que o diagnóstico é uma avaliação continuada” e então listar os temas, propor perguntar para saber o que é preciso investigar, e estabelecer indicadores para descobrir como realizar a prática. Mais uma vez vê-se a necessidade do planejamento para a escola como um todo e também através do planejamento se descobre as necessidades para se alcançar os objetivos desejados. 


Gandin e Cruz dizem que “necessidade é algo requerido por uma realidade, num momento determinado em função de um Dever-Ser explicitamente definido num referencial ou aceito por algum motivo”, isto é, necessidade é a expressão do que a realidade exige.


Para isso é preciso um planejamento que “solucione o problema” e uma boa programação. Esse processo dividi-se em: objetivo, estratégias, normas, e atividades permanentes. 


Estratégia é o modo de realizar a ação e de alcançar o resultado não deve confundir-se com técnicas, estratégia é atitude, para solucionar algumas necessidades e aproximar a realidade. 


Normas são limites da convivência social. As normas são obrigações. Deve ser estabelecidas em conjunto, para surtir efeito no planejamento participativo. 


Atividades permanentes são ações que deve repetir-se com periodicidades determinadas. 


A execução são as ações realizadas a partir do diagnóstico e da elaboração do plano. São as rotinas e as atividades permanentes, normas e regras criadas e estabelecidas em consenso com os alunos. 


A avaliação do processo trata de estabelecer o circulo “virtuoso” de continuidade, rever os pontos fracos, os objetivos, quais os caminhos seguidos, para onde se esta indo, e propor ações e atitudes para se alcançar as metas. O conselho é para Gandin e Cruz, “um espaço de diagnóstico do processo educativo que a escola desenvolve e como tal deve ser um juízo sobre a realidade do professor e do aluno. “Juízo este sobre a realidade e sobre a prática da turma” vivenciada pelo professor encontrar o foco gerador e buscar soluções para os problemas surgidos. 


Para tornar possível tudo o que já se falou é ainda necessário o acompanhamento e monitoramento de um supervisor ou coordenador que vai acompanhar o desenvolvimento do planejamento, do projeto político pedagógico, das atividades do professor, das mudanças ocorridas, e se os objetivos estão sendo alcançados para o perfeito andamento das atividades educacionais.





domingo, 22 de julho de 2012

Mensagem


UMA VISÃO DE PLANEJAMENTO


Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.


Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que ao ser tocada enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitado a sua ação. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África.


Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De de imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, curiosamente, o tigre que já estava próximo de um de seus amigos começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.


Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros. E foi assim, a flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando. 


Ao final do dia, o grupo deparou-se com um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava o caçador foi devorado. 

Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria: 


- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho...





MORAL DA HISTÓRIA:

Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia pode não dar; 

· Tenha sempre plano de contingência;

· Faça planejamento de suas atividades; 

· Prepare alternativas para as situações imprevistas;

· Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir; 

· "Cuidado com o leão surdo".


Mensagem



Gaiolas e Asas

Os pensamentos me chegam de forma inesperada, sob a forma de aforismos. Fico feliz porque sei que Lichtenberg, William Blake e Nietzsche frequentemente eram também atacados por eles. Digo “atacados“ porque eles surgem repentinamente, sem preparo, com a força de um raio. Aforismos são visões: fazem ver, sem explicar. Pois ontem, de repente, esse aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas“

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de segundo grau, em escolas de periferia. O que elas contam são relatos de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças... E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina que sejam feitas, dar o programa, fazer avaliações... Ouvindo os seus relatos vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra - e a domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres... Sentir alegria ao sair da casa para ir para escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma porta que as fecha junto com os tigres.

Nos tempos da minha infância eu tinha um prazer cruel: pegar passarinhos. Fazia minhas próprias arapucas, punha fubá dentro e ficava escondido, esperando... O pobre passarinho vinha, atraído pelo fubá. Ia comendo, entrava na arapuca, pisava no poleiro – e era uma vez um passarinho voante. Cuidadosamente eu enfiava a mão na arapuca, pegava o passarinho e o colocava dentro de uma gaiola. O pássaro se lançava furiosamente contra os arames, batia as asas, crispava as garras, enfiava o bico entre nos vãos, na inútil tentativa de ganhar de novo o espaço, ficava ensanguetado... Sempre me lembro com tristeza da minha crueldade infantil.

Violento, o pássaro que luta contra os arames da gaiola? Ou violenta será a imóvel gaiola que o prende? Violentos, os adolescentes de periferia? Ou serão as escolas que são violentas? As escolas serão gaiolas?

Me falarão sobre a necessidade das escolas dizendo que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorarem de vida. De acordo. É preciso que os adolescentes, é preciso que todos tenham uma boa educação. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor.

Mas, eu pergunto: Nossas escolas estão dando uma boa educação? O que é uma boa educação?

O que os burocratas pressupõe sem pensar é que os alunos ganham uma boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E para se testar a qualidade da educação se criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação.

Mas será mesmo? Será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação? Você sabe o que é “dígrafo“? E os usos da partícula “se“? E o nome das enzimas que entram na digestão? E o sujeito da frase “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante“? Qual a utilidade da palavra “mesóclise“? Pobres professoras, também engaioladas... São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. Isso é hábito velho das escolas. Bruno Bettelheim relata sua experiência com as escolas: “fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido que eu deveria aprender – e aprender à sua maneira...“

O sujeito da educação é o corpo porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver. Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era “ferramenta“ e “brinquedo“ do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender “ferramentas“, aprender “brinquedos“. “Ferramentas“ são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia a dia. “Brinquedos“ são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma. No momento em que escrevo estou ouvindo o coral da 9ª sinfonia. Não é ferramenta. Não serve para nada. Mas enche a minha alma de felicidade. Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo educação.

Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma. Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer... Assim todo professor, ao ensinar, teria que perguntar: “Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?“ Se não for é melhor deixar de lado.

As estatísticas oficiais anunciam o aumento das escolas e o aumento dos alunos matriculados. Esses dados não me dizem nada. Não me dizem se são gaiolas ou asas. Mas eu sei que há professores que amam o vôo dos seus alunos. Há esperança...


(Folha de S. Paulo, Tendências e debates, 05/12/2001.)