terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Mensagem

O texto a seguir eu recebi numa Reunião Pedagógica de minha escola. Espero que gostem:



Meio Ambiente – Viver ou Sobreviver

Berenice Gehlen Adams

Somos todos responsáveis pela situação atual do meio ambiente e já estamos "carecas" de saber, mas enquanto a situação ambiental não mudar, devemos lembrar disto.

Não podemos continuar a observar a natureza como se ela fosse, simplesmente, uma bela paisagem; como se estivéssemos a contemplar uma obra de arte; como se fôssemos meros espectadores deste espetáculo. Somos parte dela e devemos viver sentindo na alma a essência da nossa própria natureza.

As vezes, assistindo a TV, sinto falta de um vaso com uma planta entre os apresentadores de um telejornal. Nos filmes não vejo ninguém separando seu lixo ou comprando um produto observando sua real utilidade e seu verdadeiro valor (pagamos caro por produtos que poluem nosso sangue, nosso corpo, causando-nos doenças, e o que é pior, sabemos disto).

Nas propagandas o ambiente urbano toma conta, e nos mostra que vivemos para consumir, e conforme o que consumimos, evidenciamos a classe a qual pertencemos. E o que isto significa para a luz do Sol, ou para o ar que envolve a terra, ou para a lua que descansa em seu lençol de estrelas?

Vamos voltar a sentir nossas raízes, somos filhos da Terra. Vamos pegar um grão de areia e observá-lo alguns segundos, sentindo que este minúsculo grão ajuda a construir o Universo.

O que estamos fazendo com a Terra?

Verifique se, hoje, você:

... cheirou o perfume de uma flor...
... saboreou a doçura de uma fruta tenra...
... observou um pássaro riscando o céu...
... tocou em uma planta de folhas macias...
... fez um carinho em alguém...
... olhou para o céu só para admirá-lo...
... respirou profundamente sentindo o ar fazer parte de sua vida, de seu corpo...

Vamos voltar a sentir!

Vamos voltar a viver e deixar de apenas sobreviver...



Mensagem


O PIQUENIQUE DAS TARTARUGAS

Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique.

As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram 7 anos preparando-se para o passeio.

Passados 6 meses, após acharem o lugar ideal, ao desembalarem a cesta de piquenique descobriram que estavam sem sal.

Então, designaram a tartaruga mais nova para voltar para casa e pegar o sal, por ser a mais rápida.

A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse.

Três anos se passaram... Seis anos... E a pequenina não tinha retornado.

Ao sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha já não suportando mais a fome, decidiu desembalar um sanduíche.

Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:

- Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal.

Pense bem! Algumas vezes em nossa vida as coisas acontecem da mesma forma.

Desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas.

Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de fazer o que nos compete.

Como disse Mário Quintana: O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.

Por isso, vivamos nossa vida e deixe de se preocupar com a opinião e o interesse dos outros por nós.

(Recebi por e-mail, desconheço o autor)


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Há duas formas para viver sua vida.
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein


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NÃO É FÁCIL SER BOM

Para a maioria das criaturas, ser bom é ceder sempre, é estar sempre de acordo e não recusar nunca.

        Quando alguém que consideramos bom nos diz o primeiro “não”, transforma-se logo num ser mau.

            Ser bom é saber quando deve ceder e quando deve negar.

            Ser bom é ser compreensivo, mas não fraco e passivo a ponto de fechar os olhos e deixar o “barco correr”.

            A bondade exige desprendimento. Para ser bom é preciso ter coragem.

            Bondade em excesso é fraqueza de caráter que causa mais dano que ajuda.

            Devemos negar quando preciso, e manter o não definitivo quando o que nos pedem precisa ser negado para o próprio bem daquele que nos pede.

            Antes de ceder ou negar, precisamos ter consciência da resposta que vamos dar para não sermos injustos ou aquiescentes sem conhecimento de causa, evitando, assim, tardio arrependimento.

            Uma decisão exige critério; não pode ser tomada sem reflexão para que não nos vejamos forçados a trocar o “não” pelo “sim”, o que nos deixaria em situação vexatória, agindo através de um caráter débil, que nos retiraria a autoridade.

            Enganam-se os que pensam que a bondade e a justiça não se coadunam. Ao contrário, uma sem a outra é inoperante.

            Ser bom é ser compreensivo, mas enérgico.

            Ao decidirmos por uma atitude correta, não devemos ter a preocupação de saber se melindramos alguém. Se for necessário ferir para curar ainda que se trate de um ente querido, não devemos vacilar na decisão.

            Jamais perderemos amigos que nunca existiram, porque os verdadeiros amigos confiam em nossa lealdade e não nos darão as costas por sermos sensatos.

            É difícil ser bom porque o mundo não entende a bondade atuante, a que toma iniciativas e se define em meio a qualquer situação, não pensando em favorecer nem prejudicar, mas em expressar-se naturalmente.

            Ser bom é não fugir nunca para ocultar-se da realidade, é encarar todos os fatos à luz da verdadeira claridade ambiente. A bondade sem franquezas, sem medo de ferir suscetibilidades, a bondade corajosa é cooperação e solidariedade. É virtude no sentido de ação justa.

(Recebi por e-mail, desconheço o autor)


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Marcas de batom no banheiro


Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom…

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram…

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores…

Comunicar é sempre um desafio! Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

Por quê?

·         Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
·         Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
·         Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
·         Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.
(Recebi por e-mail, desconheço o autor)